Como a Bahiagás conquistou precisão e confiança para crescer sua rede de gás natural

Resumo

A Bahiagás, distribuidora de gás natural da Bahia, implementou com a Automind um projeto integrado de cadastro, modelagem e simulação de redes de distribuição de gás natural utilizando o Synergi Gas. O trabalho, conduzido pela unidade Sense Metrics, trouxe dados atualizados e confiáveis, permitindo análises precisas, planejamento otimizado, maior segurança regulatória e projeções claras de expansão. O resultado é uma gestão de rede mais eficiente, com tecnologia, governança e inteligência de dados aplicadas a um dos setores mais estratégicos da infraestrutura energética do Brasil.

O desafio de uma rede em expansão

A Bahiagás é a companhia responsável pela distribuição de gás natural na Bahia há mais de 30 anos. Com contratos de longo prazo e planos contínuos de crescimento, a empresa é peça-chave para o desenvolvimento energético do estado.

O ritmo de expansão da rede exigia ferramentas capazes de oferecer dados atualizados e confiáveis para apoiar decisões estratégicas, planejar investimentos e simular cenários futuros com segurança. Era hora de investir em tecnologia para fortalecer ainda mais a operação.

A parceria com a Automind

Foi nesse cenário que a Bahiagás nos procurou. O objetivo era claro: implementar um projeto integrado de cadastro, modelagem, simulação e treinamento com o Synergi Gas, uma das ferramentas mais reconhecidas mundialmente para gestão de redes de gás natural.

Nosso primeiro passo foi importar toda a rede GIS da companhia para dentro do Synergi, alinhando os dados à realidade física. Em seguida, cadastramos clientes de forma detalhada, o que possibilitou simular cenários de consumo em diferentes segmentos.

Com a modelagem pronta, entregamos um modelo atualizado e dinâmico da rede. Isso abriu espaço para análises estratégicas, como prever o impacto de uma interrupção no fornecimento, projetar demandas futuras e avaliar expansões ou manutenções com mais precisão.

O processo de implantação

Para garantir que a solução refletisse a realidade da rede e gerasse resultados consistentes, a Automind conduziu um processo de implantação estruturado em etapas.

O trabalho começou com a validação da malha existente, revisando e confirmando a integridade da rede de distribuição. Em seguida, foram gerados shapefiles georreferenciados com informações dos dutos e clientes, importados para o Synergi Gas.

As planilhas de vazão foram consultadas e cruzadas com dados de clientes para possibilitar simulações confiáveis. Também houve análise detalhada de as-builts, assegurando o correto cadastramento de válvulas e componentes da infraestrutura. Por fim, consolidamos as informações em relatórios padronizados, destacando pontos de atenção e garantindo transparência em cada fase.

Esse processo estruturado deu solidez ao projeto e criou a base necessária para que o modelo digital da rede se mantivesse atualizado e confiável.

Os resultados: precisão que gera confiança

A rede da Bahiagás agora se mantém atualizada, proporcionando análises precisas e informações confiáveis que facilitam a tomada de decisões estratégicas. A empresa consegue prever demandas, avaliar impactos em situações de interrupção e atuar de forma proativa na gestão da rede.

O planejamento tornou-se mais eficiente, reduzindo as chances de despesas desnecessárias e ampliando o uso inteligente dos recursos. Com dados alinhados às exigências regulatórias, a companhia opera com mais segurança institucional e fortalece sua credibilidade junto ao mercado.

Além disso, a capacidade de simulação permite projetar cenários de crescimento com clareza, dando à Bahiagás agilidade para expandir sua rede de forma inteligente e sustentável. A combinação de tecnologia e capacitação da equipe garante que esses ganhos sejam duradouros, consolidando um novo patamar de eficiência para a empresa.

Experiência da Sense Metrics aplicada ao negócio.

O projeto foi conduzido pela Sense Metrics, unidade de negócios da Automind dedicada à gestão de dados industriais. Anteriormente chamada GEMED, a Sense Metrics combina tecnologia de ponta, metodologias próprias e mais de três décadas de experiência para transformar informações técnicas em inteligência estratégica.

Sua atuação vai muito além do tratamento de dados: a Sense Metrics ajuda empresas a transformar cadastros, medições e históricos operacionais em cenários de decisão confiáveis, sustentando tanto a eficiência do dia a dia quanto a visão de longo prazo. É essa expertise que permitiu entregar à Bahiagás uma rede digital atualizada, capaz de simular diferentes cenários de consumo e expansão com segurança. Com soluções aplicadas em setores críticos como óleo e gás, energia, petroquímica e combustíveis, a Sense Metrics reforça o compromisso da Automind de oferecer governança, precisão e confiabilidade em cada projeto.

Um verdadeiro marco para o setor

O impacto vai além da tecnologia. A Bahiagás ganhou confiança para crescer de forma planejada, atender seus clientes com mais eficiência e consolidar sua posição como referência em distribuição de gás natural no Brasil. Este projeto mostrou que informação confiável não é apenas um detalhe técnico. É a base para decisões mais inteligentes, redução de riscos e crescimento sustentável.

Conheça mais sobre as soluções Sense Metrics. E descubra como estamos transformando a gestão de redes de distribuição.

Origem Energia: como a integração multimodal elevou a eficiência no escoamento de petróleo em Maceió

Um ativo estratégico no coração do Nordeste

Em 2025, a Origem Energia assumiu a gestão do Terminal Aquaviário de Maceió (TAMAC / área MAC11A), um dos ativos mais importantes da logística de petróleo no Brasil. Localizado no Porto de Maceió, em Alagoas, o terminal recebe o petróleo do campo de Pilar, transportado pelo oleoduto Pilar–Maceió (OPMAC), e conduz esse fluxo até a carga dos navios.

Com capacidade de armazenagem distribuída em dez tanques, cinco destinados ao petróleo bruto e cinco para derivados e etanol, o TAMAC atua como um ponto estratégico de escoamento. Além de ser um espaço de estocagem, ele funciona como um centro integrado de operações rodoviárias, dutoviárias e marítimas que precisam operar de forma sincronizada e confiável.

O desafio: padronizar e integrar operações complexas

Ao assumir o terminal, a Origem Energia tinha a missão de estruturar processos que assegurassem eficiência e governança em todas as etapas. Isso significava implementar mecanismos que garantissem medições precisas de volumes de petróleo e derivados, reconciliar inventários conforme normas nacionais e internacionais, registrar cada movimentação de forma rastreável e integrar laudos e documentos operacionais em um sistema unificado.

Outro ponto fundamental era manter todas as informações conectadas ao ERP corporativo, disponibilizando relatórios e dashboards em tempo real para apoiar decisões rápidas e seguras. A meta era transformar a operação em um ambiente digital e ágil, com total confiabilidade.

A solução: tecnologia como elo de integração

Para alcançar esse objetivo, a Origem Energia implantou o AutoLoad, solução da AutoMind voltada à digitalização da jornada logística de granéis líquidos. A ferramenta trouxe visibilidade, padronização e inteligência para todas as operações do TAMAC.

Cada módulo teve um papel essencial:

O AutoLoad também foi parametrizado para movimentação de petróleo bruto, com cálculos automáticos de conversão, aplicação de BSW (Basic Sediment & Water) e deduções de água e sedimentos nos balanços. Isso trouxe ainda mais confiabilidade aos processos de fechamento.

Os resultados: eficiência, confiança e competitividade

Com a digitalização do TAMAC, a Origem Energia alcançou um novo patamar de integração operacional.

Hoje, o terminal conta com:

Esse movimento fortalece a posição da Origem Energia como referência em governança e eficiência no setor, além de contribuir para o avanço da logística de combustíveis no Brasil.

Um marco para a logística nacional

A parceria entre Origem Energia e AutoMind reforça o impacto da transformação digital em infraestruturas críticas. O AutoLoad demonstrou sua capacidade de integrar diferentes modais, assegurar padrões metrológicos e oferecer transparência para a cadeia logística.

Mais do que uma iniciativa bem-sucedida, o projeto do TAMAC se consolida como um marco para a evolução da logística nacional de granéis líquidos, unindo eficiência, segurança e governança em benefício de toda a cadeia de valor.

Opla Logística Avançada: eficiência e Integração no Coração Logístico de São Paulo

Imagine o seguinte cenário

Você está no coração do maior polo industrial da América Latina, em Paulínia-SP, onde diariamente milhões de litros de combustível fluem por dutos, trilhos e rodovias. É aqui que a Opla Logística Avançada construiu algo impressionante - o maior terminal independente de etanol do Brasil.

A Opla não é uma empresa qualquer, longe disso. Com a união estratégica entre BP e Ultracargo Logística, somado aos investimentos realizados, ela se tornou referência nacional em operações multimodais para granéis líquidos. Seu TCP (Terminal de Combustível de Paulínia) é uma verdadeira potência: 182,5 milhões de litros de capacidade de armazenamento para etanol, diesel, biodiesel e querosene de aviação.

Mas mesmo sendo líder de mercado, a Opla enfrentava um desafio comum a muitos gigantes da logística: como integrar de forma inteligente três modais diferentes (rodoviário, ferroviário e dutoviário) em uma operação que funciona 24/7?

O Momento da Transformação

É neste cenário que AutoMind entra em cena, com o AutoLoad. Não era apenas sobre implementar mais um sistema, mas sobre revolucionar a forma como um dos terminais mais estratégicos do país operava.

A chegada do AutoLoad a Paulínia tinha tudo para ser um marco. Afinal, estamos falando de conectar refinarias, dutos e ramais ferroviários à malha rodoviária nacional, bem no epicentro da distribuição de combustíveis brasileira.

A transformação aconteceu através de uma solução que parecia simples na teoria, mas era poderosa na prática. O AutoLoad chegou para transformar a operação: seus módulos integram de ponta a ponta o processo do terminal ao ERP — ou, como dizemos no caso da Opla, “do instrumento ao SAP” — garantindo uma performance orquestrada, fluida e perfeitamente sincronizada.

O Portal do Cliente deu autonomia total para transportadoras agendarem suas operações sem depender de ligações ou extenso fluxo de e-mails. O sistema de Agendamento começou a distribuir as janelas operacionais de forma inteligente, como um maestro organizando cada entrada e saída.

O Controle de Acesso trouxe segurança automatizada, enquanto o Controle de Filas ofereceu algo que todo terminal sonha: visibilidade total do que está acontecendo em tempo real. Chega de dúvidas sobre onde está cada caminhão ou quando chegará a próxima composição ferroviária.

Os Resultados Falam por Si

Cada operação passou a ter rastreabilidade completa, e a segurança dos processos atingiu um novo patamar, além do trabalho da portaria que antes era realizado manualmente por meio de planilhas, hoje é realizado no sistema, facilitando o trabalho do time e trazendo maior satisfação da equipe, mas o impacto vai muito além dos números. Ao implementar o AutoLoad em Paulínia, a OPLA não apenas modernizou seu terminal, ela colocou em prática o processo de transformação digital crescente nos setor de granéis líquidos no Brasil. 

Mais que Tecnologia, uma Visão de Futuro

Esta parceria entre AutoMind e Opla representa algo maior que uma simples implementação tecnológica. É a prova de que quando você combina a expertise de quem opera o maior terminal independente de etanol do país com a inovação de quem desenvolve as melhores soluções para logística, o resultado é transformador.

Para a AutoMind, ter o AutoLoad operando em Paulínia é a confirmação de que sua tecnologia está presente nos pontos mais estratégicos da infraestrutura logística brasileira. Para a Opla, é a garantia de que seus 182,5 milhões de litros de capacidade operam com a máxima eficiência possível.

No final das contas, o AutoLoad em Paulínia não foi apenas uma chegada, foi uma revolução silenciosa que está redefinindo como o Brasil move seus combustíveis.